sexta-feira, 18 de março de 2011
Coletiva na Choque Cultural
Abertura 19 de março
14 hs Galeria Choque Cultural
Rua João Moura, 997 - 11 3061 4051
Terça a sábado - 12 às 19hs
Todos os artistas no site
choque cultural
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
DICA
SAMPA GRAFFITI
Uma série de vídeos que enfoca o trabalho de grafiteiros que atuam na cidade de São Paulo e arredores. Cada episódio é dedicado a um artista que executa uma obra ao longo do vídeo e expõe suas ideias sobre graffiti e arte em geral. São documentários de curta duração que, embora tenham um tema em comum, sempre se renovam ao trazer artistas de diferentes estilos e visões de mundo.
Direção, roteiro e edição: Paulo Taman
http://www.sampagraffiti.com
Uma série de vídeos que enfoca o trabalho de grafiteiros que atuam na cidade de São Paulo e arredores. Cada episódio é dedicado a um artista que executa uma obra ao longo do vídeo e expõe suas ideias sobre graffiti e arte em geral. São documentários de curta duração que, embora tenham um tema em comum, sempre se renovam ao trazer artistas de diferentes estilos e visões de mundo.
Direção, roteiro e edição: Paulo Taman
http://www.sampagraffiti.com
Marcadores:
arte,
dica,
documentario,
graffiti,
video
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Mulheres Dos Outros
Até dia 19 de março na Fauna Galeria
Ensaio de Eduardo Muylaert
Depois do que encontrou no inteiror de uma caixa comprada na feira de antiguidades do Masp com a inscrição "nu artístico", Eduardo cortou, restaurou e reinventou os cromos da década de 50 e 60 transformando toda exposição "barata" em mulheres de agora, mulheres como qualquer uma de nós!
http://www.faunagaleria.com.br
Ensaio de Eduardo Muylaert
Depois do que encontrou no inteiror de uma caixa comprada na feira de antiguidades do Masp com a inscrição "nu artístico", Eduardo cortou, restaurou e reinventou os cromos da década de 50 e 60 transformando toda exposição "barata" em mulheres de agora, mulheres como qualquer uma de nós!
http://www.faunagaleria.com.br
NA MATILHA
Para dar inicio a série de exposições de 2011, a Matilha Cultural abre as portas a partir do dia 15 de março, para “Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha”. Com produções atuais e contemporâneas da estencil arte paulista, a exposição conta com a presença de Ozi, e Celso Gitahy, atuantes desde a década de 80, além de Daniel Melim, Rodrigo “Chã” e do coletivo Alto Contraste que representam a geração da virada do milênio com mais de 15 anos de rua.
toda programação no site
sexta-feira, 4 de março de 2011
0 Nem santo, nem louco.
por Cauê Mathias
É como Mateus Santo Louco se apresenta no seu blog. Mas uma coisa temos que concordar, seus trabalhos são simplesmente insanos.
Migrou para os quadrinhos em 2006 e lá permanece até hoje, para a alegria dos fãs de armas, sangue, zumbis e badass things.
Títulos para Boom! Studios (2Guns, Cover Girl, Fall of Cthulhu), Image Comics (24Seven e Wonderlost), Desperado Comics (The Relevant), DC Comics (Halloween Special) e Marvel Comics (Rampaging Wolverine e Dark Reign:Lethal Legion) onde trampa até hoje, recheiam o curriculo de Mateus.
Fora seus projetos autorais no Coletivo Mondo Urbano, que conta com nomes como os de Eduardo Medeiros e Rafa Albuquerque, atualmente sendo publicado pela Editora Devir aqui no Brasil, e que receberam elogios até do mestre do horror Stephen King.
Vale muito a pena conferir e consumir, material gráfico de qualidade altamente foda.
O detalhismo de Santo Louco é impressionante, o como ele consegue encaixar os elementos seja em uma pagina sequencial, seja em uma ilustra, também é de tirar o chapéu.
O estilo HQ mixado com as pinceladas espontâneas dão expressões aos seus personagens, que praticamente obrigam você a sentir-se na situação dos caras. Dor, medo, prazer, felicidade, se o Louco quer que você sinta, você sente.
As cores são um ponto que eu também admiro bastante. Seja colorido, monocromático, manchas soltas, bem amarradas ou até em auto-contraste ele não deixa a vida da parada morrer.
Por essas e outras, Mateus Santo Louco é um nome que não pode faltar na minha lista de quadrinistas da nova geração que estão fazendo o publico fã de quadrinhos sair das bancas e buscar mais qualidade, diversão, beleza e emoção no que consome, além de inspirar futuros Santos Loucos, Grampás, Coutinhos, Bás, Moons e por aí vai.
Sem se estender mais, lhes apresento nosso ilustre dessa sexta pré-carnaval.
Hasta!
http://santolouco.wordpress.com/web-comics
Ps.: Originalmente os posts são para resenhar ilustradores, mas frequentemente estarei mostrando aqui no Espaço alguns quadrinistas, uma profissão que está crescendo cada vez mais no Brasil mas ainda precisa de MUITA divulgação, por que vamo combina, coisa boa não falta.
É como Mateus Santo Louco se apresenta no seu blog. Mas uma coisa temos que concordar, seus trabalhos são simplesmente insanos.
Migrou para os quadrinhos em 2006 e lá permanece até hoje, para a alegria dos fãs de armas, sangue, zumbis e badass things.
Títulos para Boom! Studios (2Guns, Cover Girl, Fall of Cthulhu), Image Comics (24Seven e Wonderlost), Desperado Comics (The Relevant), DC Comics (Halloween Special) e Marvel Comics (Rampaging Wolverine e Dark Reign:Lethal Legion) onde trampa até hoje, recheiam o curriculo de Mateus.
Fora seus projetos autorais no Coletivo Mondo Urbano, que conta com nomes como os de Eduardo Medeiros e Rafa Albuquerque, atualmente sendo publicado pela Editora Devir aqui no Brasil, e que receberam elogios até do mestre do horror Stephen King.
Vale muito a pena conferir e consumir, material gráfico de qualidade altamente foda.
O detalhismo de Santo Louco é impressionante, o como ele consegue encaixar os elementos seja em uma pagina sequencial, seja em uma ilustra, também é de tirar o chapéu.
O estilo HQ mixado com as pinceladas espontâneas dão expressões aos seus personagens, que praticamente obrigam você a sentir-se na situação dos caras. Dor, medo, prazer, felicidade, se o Louco quer que você sinta, você sente.
As cores são um ponto que eu também admiro bastante. Seja colorido, monocromático, manchas soltas, bem amarradas ou até em auto-contraste ele não deixa a vida da parada morrer.
Por essas e outras, Mateus Santo Louco é um nome que não pode faltar na minha lista de quadrinistas da nova geração que estão fazendo o publico fã de quadrinhos sair das bancas e buscar mais qualidade, diversão, beleza e emoção no que consome, além de inspirar futuros Santos Loucos, Grampás, Coutinhos, Bás, Moons e por aí vai.
Sem se estender mais, lhes apresento nosso ilustre dessa sexta pré-carnaval.
Hasta!
http://santolouco.wordpress.com/web-comics
Ps.: Originalmente os posts são para resenhar ilustradores, mas frequentemente estarei mostrando aqui no Espaço alguns quadrinistas, uma profissão que está crescendo cada vez mais no Brasil mas ainda precisa de MUITA divulgação, por que vamo combina, coisa boa não falta.
Marcadores:
arte,
cauê mathias,
ilustração,
quadrinhos
quinta-feira, 3 de março de 2011
Uma breve introdução sobre Fanzines
Por Helio Guilheme Andreoli Marcondes
Uma das artes mais conceituadas da arte underground, de fato é a manifestação radical, impressas em fanzines, essa forma diferenciada de manifestar as mais diversas opiniões e sentimentos. O Fanzine se tornou uma forma “cult” de trazer informação e entretenimento para as pessoas de uma forma bem singular e simples, normalmente se vêem em formatos de fotocópias em preto e branco, ou com algumas páginas coloridas. Uma de suas características principais, é que a sua estrutura não necessariamente precisa seguir um padrão específico, diferente das revistas ou comics que seguem criteriosas formas artísticas e de editoração gráfica.
Diante desse fato, muitos jovens artistas aderem ao formato de fazines, como opção de ilustrar suas obras, sendo uma das formas mais livres e práticas de se publicar uma obra de literatura gráfica, fugindo da burocracia de Editoras. Outra vantagem encontrada é relacionada ao custo benefício, por ser um meio de comunicação mais barato, pode ser facilmente produzido e publicado, sem a necessidade da interferência de Editoras e Gráficas. Podem ser impressos em casa, mesmo que alguns, não tenham a qualidade gráfica desejada para concorrer no mercado mas dependendo da publicação, ela pode ter uma qualidade surpreendente, ainda mais com as novas opções de hoje, de programas específicos de desenho e editoração gráfica, sendo atualmente ferramentas fundamentais para realizar um bom trabalho e o meio mais moderno de se fazer uma publicação independente.Como disse anteriormente, o fanzine, é uma publicação independente, podendo ser feita de modo individual ou no coletivo, que versam sobre os mais diversos temas e movimentos, mas de onde exatamente vem a expressão “fanzine”, muito se fala de onde surgiu a palavra Fanzine ou simplesmente “zine”. Nos atuais dicionários, podemos encontrar as seguintes afirmações:
1) s.m. Publicação elaborada por e para amantes de ficção científica, histórias em quadrinhos, cinema etc.
2) fanzine fan.zi.ne s.m (ingl fan+(maga)zine) Publicação de imprensa alternativa, geralmente dedicada a assuntos musicais e outras manifestações culturais.
Como visto acima, entende-se que a expressão fanzine, é a junção da palavra inglesa “fan” e a adequação da expressão “zine”, que advém da palavra “magazine” formando assim uma única palavra “fanzine”, ou como uma tradução literal, “revista de fan”.
Antigamente, não se precisa quando surgiu, efetivamente os “fanzines”, mas a sua criação ideológica é originária da Inglaterra, através dos movimentos revolucionários dos estudantes, logo após a manifestação e expansão da musica e do movimento punk na Europa. Mas publicações independentes, já existiam na antiguidade, só não eram rotulados como “fanzine”.
Por ser uma forma livre e independente de manifestação de arte, seus autores não necessariamente precisam ter um motivo específico para publicar um fanzine, normalmente é usado como parte de portifólio de alguns artistas e escritores, mas não precisam de um motivo específico, pode simplesmente ser a pura manifestação do pensar e criar uma obra artística.
Alguns fanzines são e foram tão bem reconhecidos pelo publico, que viraram publicações de grande sucesso, e franquias publicitárias de um bom negócio, fazendo com que seus autores e suas obras fossem reconhecidos internacionalmente, como a máxima criação de Kevin Eastman e Peter Laird, criadores da famosa série lançada em um “comic book” as Tartarugas Ninjas, ou Teenage Mutant Ninja Turtles;
O mesmo ocorreu com outro criador que lançou sua publicação que foi um grande sucesso, como o autor, o escritor e artista James O'Barr que criou “O Corvo” nos anos 80, em resposta a uma tragédia pessoal, em que sua namorada, Beverly, de dezoito anos, foi morta por um motorista bêbado.
Essas são apenas algumas obras que servem como exemplo de que, uma boa idéia pode gerar um bom negócio e ótimas franquias, o que começou, com uma simples publicação, passando pelos comics book em preto e branco, foram adaptadas para outras formas de mídia, como cinema, desenhos animados, músicas, entre outras. Muitas das grandes idéias podem surgir de um simples fanzine e podem se tornar grandes publicações de sucesso, basta ter boa criatividade e vontade.
terça-feira, 1 de março de 2011
Ao saudoso Jean
Hoje nosso amigo completaria 29 anos!
"E aí meu caro, o que acha da sua sabedoria extraordinária e contemporânea? Do seu belo celular multifuncional, do seu carrão digital, do seu cartão de crédito, das suas bugigangas chinesas que enchem a sua sala e que depois quebram e somem e não fazem nenhuma falta? E você fica por aí, simplesmente copiando e colando, acha tudo isto o máximo da modernidade. Entenda que o homem continua o mesmo. Ele quer pouco e vive com o essencial. O que mais deseja é ser feliz. É viver em paz. É comer todo dia. É amar e ser amado. E mais ainda ser admirado, ao menos admirado por ser chamado pelo nome. E ser tratado como gente. Isto é o máximo."
trecho de "As cores do futuro" Confúcio Moura
"E aí meu caro, o que acha da sua sabedoria extraordinária e contemporânea? Do seu belo celular multifuncional, do seu carrão digital, do seu cartão de crédito, das suas bugigangas chinesas que enchem a sua sala e que depois quebram e somem e não fazem nenhuma falta? E você fica por aí, simplesmente copiando e colando, acha tudo isto o máximo da modernidade. Entenda que o homem continua o mesmo. Ele quer pouco e vive com o essencial. O que mais deseja é ser feliz. É viver em paz. É comer todo dia. É amar e ser amado. E mais ainda ser admirado, ao menos admirado por ser chamado pelo nome. E ser tratado como gente. Isto é o máximo."
trecho de "As cores do futuro" Confúcio Moura
Assinar:
Postagens (Atom)






















